domingo, 2 de junho de 2013
sábado, 25 de maio de 2013
Citação Direta e Indireta
Modelo de como se deve fazer uma citação Direta e Indireta
Trabalho de Projeto-Pedagogia
Citação direta
Exemplo 1:
O problema do método é capital na educação de adultos. Nesta fase é um problema muito mais difícil que na instrução infantil, porque se trata de instruir pessoas já dotadas de uma consciência formada - ainda que quase sempre ingênua - com hábitos de vida e situação de trabalho que não podem ser arbitrariamente modificados. (PINTO, 1997, p.86)
Exemplo 2:
Segundo Paulo Freire, "um dos equívocos funestos de militantes políticos de prática messianicamente autoritária foi sempre desconhecer totalmente a compreensão do mundo dos grupos populares". (1999, p. 91).
Citação Indireta
Exemplo 1:
De acordo com Freitas (1989), a cultura organizacional pode ser identificada e aprendida através de seus elementos básicos tais como: valores, crenças, rituais, estórias e mitos, tabus e normas.
Exemplo 2:
Segundo as falas de Edgar Morin (2003) sobre a teoria da complexidade, a partir do final do século passado, trouxeram novas formas de pensar o mundo e consequentemente a educação.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Alfabetização x Letramento, sob o ponto de vista de Magda Soares
A autora Magda Soares em seu artigo “Alfabetização
e Letramento, as muitas facetas” vem fazer um entrelaçamento entre outro texto
lançado há quase 20 anos “As muitas facetas da Alfabetização”, pois acredita
que as questões ali anunciadas continuam atuais e grande parte dos problemas ainda
sem solução, para isso a autora faz de forma implícita a relação entre
letramento e alfabetização.
O termo letramento surgiu no Brasil em meados dos anos
de 1980, com o objetivo de reconhecer e nomear práticas sociais de leitura e
de escrita mais avançadas e complexas que as práticas do ler e do escrever.
Antes do censo de 1940, o que definia um sujeito alfabetizado era o que
declarasse saber ler e escrever mesmo que fosse o trivial. Após esse período
algumas mudanças aconteceram no conceito de alfabetização, que para o indivíduo
ser considerado alfabetizado ele tinha que além de ler e escrever, saber fazer
uso da leitura e da escrita, tendo aí uma progressiva, mas bastante cautelosa
extensão do conceito de alfabetização em direção ao conceito de letramento.
Outro problema que a autora
trata em seu artigo é a implantação do sistema de ciclos, que pode trazer – e
tem trazido – uma diluição ou uma preterição de metas e objetivos a serem
atingidos gradativamente ao longo do processo de escolarização; o princípio da progressão
continuada, que, mal concebido e mal aplicado, pode resultar em descompromisso
com o desenvolvimento gradual e sistemático de habilidades,competências,
conhecimentos.Para a autora esse
sistema de ciclos pode ser uma das causas do fracasso escolar.
Para finalizar, Magda Soares
expõe algumas sínteses, em que aponta problemas que a educação ainda precisa
corrigir. Em primeiro lugar, a necessidade de reconhecimento da especificidade da
alfabetização, entendida como processo de aquisição e apropriação do sistema da
escrita, alfabético e ortográfico; em segundo lugar, e, como decorrência, a
importância de que a alfabetização se desenvolva num contexto de letramento. Em
terceiro lugar, o reconhecimento de que tanto a alfabetização quanto o
letramento têm diferentes dimensões, ou facetas, a natureza de cada uma delas
demanda uma metodologia diferente, de modo que a aprendizagem inicial da língua
escrita exige múltiplas metodologias, algumas caracterizadas por ensino direto,
explícito e sistemático. Em quarto lugar, a necessidade de rever e reformular a
formação dos professores das séries iniciais do ensino fundamental, de modo a
torná-los capazes de enfrentar o grave e reiterado fracasso escolar na aprendizagem
inicial da língua escrita nas escolas brasileiras.
Referência:
SOARES, Magda Becker. Letramento e alfabetização: as muitas facetas. Minas Gerais: 2003. Disponível em . www.scielo.br/pbf/rbedu/n25/n25a01.pdf/ Acesso em 24 abr. 2013.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
Neste jogo não há adversários
No jardim das
brincadeiras, não tem essa de derrotar o adversário. Todo mundo se une para
ganhar
Com retalhos de tecidos, tampas de
garrafa e canetinhas, você apresenta para a turma um jogo de tabuleiro
instigante e interativo. O nome dele? Jardim das Brincadeiras. Inspirada no original
alemão Obstgarten, a arte-educadora Cyrce Andrade recriou o jogo que oferece a
oportunidade de trabalhar as brincadeiras.
Todos os jogadores - que podem ser os pequenos da Educação Infantil ou das séries iniciais do Ensino Fundamental - têm a função de salvar juntos o jogo-da-velha, o peão, a pipa, a amarelinha etc. O obstáculo é um grande temporal. É preciso reunir à ciranda as crianças que estão fora da roda (tampinhas coloridas) antes da chuva começar a cair. Se as nuvens (peças pretas) taparem o sol antes disso, o jogo termina.
Todos os jogadores - que podem ser os pequenos da Educação Infantil ou das séries iniciais do Ensino Fundamental - têm a função de salvar juntos o jogo-da-velha, o peão, a pipa, a amarelinha etc. O obstáculo é um grande temporal. É preciso reunir à ciranda as crianças que estão fora da roda (tampinhas coloridas) antes da chuva começar a cair. Se as nuvens (peças pretas) taparem o sol antes disso, o jogo termina.
Mas não pense que tudo é divertimento
puro e simples. Há uma série de conceitos escolares que você pode explorar. De
cara, os estudantes entendem a importância do trabalho em equipe. "O jogo
tem um objetivo e deve ser atingido em conjunto", diz Fernanda Selbmann
Sampaio, professora de Educação Corporal da Escola Cooperativa de São Paulo.
"Não há rivalidade entre os jogadores e, naturalmente, um acaba torcendo
pelo bom desempenho do outro."
Como mais um incentivo para o trabalho em grupo, Cyrce sugere que o jogo seja construído por alunos e professores. "É um excelente momento para trocar ideias, ouvir histórias e cantarolar músicas", reforça. Além disso, torna-se gratificante para quem confecciona descobrir-se capaz de fazer algo que será compartilhado com os colegas.
Como mais um incentivo para o trabalho em grupo, Cyrce sugere que o jogo seja construído por alunos e professores. "É um excelente momento para trocar ideias, ouvir histórias e cantarolar músicas", reforça. Além disso, torna-se gratificante para quem confecciona descobrir-se capaz de fazer algo que será compartilhado com os colegas.
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